sexta-feira, 13 de novembro de 2009
FILHOS TORNAM O CASAMENTO MAIS FELIZ

Isso é o que prova uma pesquisa feita por cientistas de Glasgow, no Reino Unido. O que deixa você feliz - pensar no sorriso do seu filho, passar horas brincando com ele ou vendo aquele DVD no sofá pela 10ª vez? Pois uma pesquisa realizada em na Universidade de Glasgow, no Reino Unido, acaba de comprovar: casais que têm filhos são mais felizes.
E quanto maior o número de filhos, maior é a satisfação. O coordenador da pesquisa, Luis Angeles, acredita que o resultado é simples de entender: quando responderam sobre as coisas mais importantes de suas vidas, a maioria das pessoas casadas colocou os filhos no topo da lista. E a influência das crianças na satisfação dos pais está relacionada à maneira com que a família passa as horas de lazer e a satisfação da família com a vida social.
Confirma-se o ensinamento de Deus e da Igreja: "A tarefa fundamental da família é o serviço à vida. É realizar, através da história, a bênção originária do Criador, transmitindo a imagem divina pela geração de homem a homem. Fecundidade é o fruto e o sinal do amor conjugal, o testemunho vivo da plena doação recíproca dos esposos" (Familiaris Consortio, 28).
"O amor conjugal deve ser plenamente humano, exclusivo e aberto à nova vida" (GS, 50; HV, 11; FC, 29).
"Vede, os filhos são um dom de Deus: é uma recompensa o fruto das entranhas. Tais como as flechas nas mãos do guerreiro, assim são os filhos gerados na juventude. Feliz o homem que assim encheu sua aljava: não será confundido quando defender a sua causa contra seus inimigos à porta da cidade". (Sl 126,3-5) "A Sagrada Escritura e a prática tradicional da Igreja vêem nas famílias numerosas um sinal da bênção divina e da generosidade dos pais". (Cat.§ 2373).
"Os filhos são o dom mais excelente do Matrimônio e constituem um benefício máximo para os próprios pais" (§ 2378).
O Papa João Paulo II disse:"Alguns perguntam-se se viver é bom ou se não teria sido melhor nem sequer ter nascido. Duvidam, portanto, da liceidade de chamar outros à vida, que talvez amaldiçoarão a sua existência num mundo cruel, cujos temores nem sequer são previsíveis. Outros pensam que são os únicos destinatários da técnica e excluem os demais, impondo-lhes meios contraceptivos ou técnicas ainda piores. Nasceu assim uma mentalidade contra a vida (anti-life mentality), como emerge de muitas questões atuais: pense-se, por exemplo, num certo pânico derivado dos estudos dos ecólogos e dos futurólogos sobre a demografia, que exageram, às vezes, o perigo do incremento demográfico para a qualidade da vida.
"Mas a Igreja crê firmemente que a vida humana, mesmo se débil e com sofrimento, é sempre um esplêndido dom do Deus da bondade. Contra o pessimismo e o egoísmo que obscurecem o mundo, a Igreja está do lado da vida" (Familiaris Consórtio, 30).
"Não tenham medo da vida". (João Paulo II)
Prof. Felipe Aquino Comunidade Canção Nova
FRANCISCO ALMEIDA ARAÚJO, EX-PASTOR PROTESTANTE CONVERTIDO AO CATOLICISMO

O autor do livreto "Em Defesa da Fé", o agora diácono católico Francisco Almeida Araújo, publicou (na mesma obra) o seguinte testemunho, intitulado "Nossa Senhora do Marrom Glacê".
Nossa Senhora possui muitos títulos. Afinal, ela é Rainha por ser a Mãe do Rei dos Reis, Nosso Senhor Jesus Cristo. Como Rainha, é natural que tenha tantos títulos, sendo, no entanto, ela a única e mesma pessoa.
Esse inusitado, e até exótico título: "Nossa Senhora do Marrom Glacê " estou dando para narrar um pouco do muito amor que a Virgem Maria tem demonstrado por mim, pobre pecador. Seria longo contar todo o meu itinerário religioso. Não cabe fazê-lo aqui, nesse artigo. Pretendo contar toda a minha vida num livreto que estou preparando. Há certas passagens desse itinerário que não posso dele orgulhar-me. São tempos de contradição, paradoxais mesmo. Sei, no entanto, que Deus me permitiu tantas experiências para hoje reconhecer sua Misericórdia e poder melhor orientar alguns irmãos.
Na minha ignorância escrevi, ensinei e preguei contra a Igreja, o santo Padre, o Papa, seus Ministros, Eucaristia, a Virgem Maria...Tempos obscuros esses de cegueira espiritual. Nessa caminhada cheguei a ser ordenado Pastor protestante e professor de teologia em algumas
Faculdades Protestantes.
Por que deixei de ser protestante e agora sou católico pela graça de Deus? É o que pretendo narrar aqui, mesmo que de forma muito resumida.
Tudo aconteceu por causa de um estudo que fiz sobre a Ceia do Senhor, em (I Coríntios 11,23-32) passagem que já havia pregado tantas vezes, que tinha estudado com seriedade. Ao ler os versículos 23 e 24: "Eu recebi do Senhor o que vos transmiti: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o Pão, e, depois de ter dado graças, partiu-o e disse: "Isto é o meu Corpo que é entregue por vós..." Volto a afirmar: quantas vezes havia lido, estudado e pregado esse texto! Mas nesse dia foi diferente. As palavras do Senhor falaram fundo ao meu coração: "Isto é o meu Corpo".
Eu havia aprendido com meus professores de teologia, estudado nos compêndios clássicos da teologia protestante que o texto devia ser entendido com "representa" o meu corpo, "simboliza" o meu corpo. Eu havia aprendido ainda que tudo aquilo era um mero memorial, nem mesmo era sacramento, mas uma simples ordenança... Mas ali estava a Palavra de Deus dizendo claramente; "Isto é o meu Corpo".
Sem deixar transparecer tudo o que se passava em meu coração, sem nada revelar a ninguém, iniciei um estudo mais sério, mais cuidadoso, sobre o assunto. Li e reli várias vezes os Evangelhos e todo o restante do Novo Testamento em busca de uma resposta que acabasse com aquela dúvida em meu coração.
Após algum tempo de estudos, regados de lágrimas e orações, estando um dia de joelhos em meu quarto, a sós, com a Bíblia aberta sobre a cama, estudando no Evangelho de (João 6,25-71), descobri a maravilhosa verdade sobre a Eucaristia. Caí em prantos de alegria incontida. Havia, há poucas horas, me ajoelhado como um Pastor protestante, embora com o coração aflito, cheio de dúvidas, e eis que agora me levanto como Católico Apostólico Romano!
Deus seja bendito para sempre!Eu sabia que somente a Igreja Católica ensinava a verdade sobre a Eucaristia: a presença real do Cristo na Hóstia e no Vinho consagrados. É uma longa história contar como foi minha confissão para minha esposa e filhos... Todos bem integrados no Protestantismo: dois de meus filhos, os mais velhos, como co-pastores em Curitiba. Uma filha estudando teologia e um outro filho trabalhando também no meio protestante. Isso fica para o meu livrete. Também a reação dos meus irmãos Protestantes.
O que devo dizer é que sofri muito... Minha família também. Fui então procurar um Padre e confessar a ele a minha decisão e também dúvidas sobre tantos outros assuntos como: imagens, purgatório, comunhão dos Santos, virgindade perpétua de Nossa Senhora... Deus me guiou ao bom Monsenhor José Lélio Mendes Ferreira, pároco da igreja de São João Batista, em Atibaia, Estado de São Paulo. Ele me recebeu com muito amor e atenção, o que é próprio desse servo do Deus altíssimo. Apresentou-me ao piedoso e culto Bispo, meu grande bom amigo, Dom Antonio Pedro Misiara.
Fiz minha caminhada até reencontrar o Cristo na Eucaristia e ver posteriormente filhos fazendo a Primeira Comunhão. Quando deixei os Protestantes era mês de outubro. Fiquei portanto desempregado... Logo as economias se acabaram. Não conseguia emprego embora professor formado pela Universidade... Tudo porque era final de ano letivo. Sem que Mons. Lélio ou Senhor Bispo soubessem, eu e minha família ficamos sem alimentos... Como morávamos numa chácara, passamos a comer somente mandioca que ali existia. Acabaram-se as boas amigas mandiocas e ficamos dois ou três dias sem alimento algum. Rezávamos intensamente pedindo ajuda de Deus.
Com muito estudo, descobri na Palavra de Deus, a Bíblia, todas as maravilhas verdades sobre a Virgem Maria e sobre as santas doutrinas de nossa Igreja Católica. Tudo obra da graça de Deus.
Num desses dias de jejum forçado, uma de minhas filhas, a Susan (na época tínhamos oito filhos e hoje nove, graças a Deus) me disse: "Papai, estou morrendo de fome, mas sinceramente o meu maior desejo é comer um pedaço de marrom glacê ". É o doce preferido dela. Em resposta e sem pensar, lhe disse: "Pois vá ao seu quarto, dobre seus joelhos e peça à Virgem Maria uma lata de marrom glacê ". Ela respondeu firme: "Pois eu vou pedir agora mesmo, e quero ver se a Virgem Maria ouve mesmo orações" .
Um esclarecimento: já éramos católicos, mas dado ao bloqueio psicológico, devido aos anos de pregações ouvidas e livros lidos contra Nossa Senhora, não éramos capazes de rezar a "Ave Maria" ou outra oração Mariana, com convicção, com o coração. Tinha Nossa Senhora na mente, mas não sabia que faltava vir ao coração.Eu não sei, confesso-o, como transmitir aqui o que se passava comigo nesse sentido. Espero que o leitor me entenda.
Voltando ao momento em que ouvi aquela resposta de minha filha Susan, minha esposa que também a ouviu e o que havia dado como resposta à Susan, disse-me: "Você não devia ter dito isso, pois a Susan pode pedir uma lata de doce marrom glacê e não receber. Quem sabe Deus quer provar mais ainda nossa fé". Ela tinha razão e muito séria, o que contarei no meu livrete. Respondi então à minha esposa: "Vamos, então, para o nosso quarto pedir a Nossa Senhora que não permita a Susan perder sua fé, tão nova e ainda pequena".
Susan já estava fazendo o pedido em seu quarto. Eu e minha esposa nos ajoelhamos em nosso quarto, e rezamos uma "Ave Maria" e uma oração espontânea dirigida à Virgem Maria. Pedimos que guardasse a fé de Susan. É claro que não pedimos o marrom glacê.
No outro dia de manhã, alguém bate palmas lá no portão de entrada de nossa chácara. Pelo vitrô vi que era um jovem de barbas e com um crucifixo bem visível numa corrente ao pescoço. Vi logo que não eram os meus irmãos Protestantes que novamente vinham discutir Bíblia comigo, na vã tentativa de demover-me de ser católico. Meu filho Alden correu e abriu o portão. Ele, o jovem, se fazia acompanhar de também uma jovem senhora. Estavam num carro "Fusca" amarelo.
Eu, esposa e filhos já estávamos na varanda para recebê-los. O jovem então disse: "Pastor Francisco, eu sou o Padre José Carlos Brilha" (o meu bom amigo Padre Brilha!) e essa é a Magui? (apelido carinhoso de Maria Guilhermina Michele). Disse então, do prazer em conhecê-los. Ainda na varanda, Magui me disse que estava trazendo de presente para nós alguns alimentos.
Mal acabando de dizer essas palavras, abriu a porta do seu carro, do lado do motorista, reclinou o banco e de uma das caixas que se encontravam sobre o banco traseiro, retirou uma lata e olhando para minha filha Susan, Disse: "E essa lata de doce foi Nossa Senhora que lhe mandou". Era uma lata de marrom glacê!Nossa Senhora atende orações sim. Ali estava a prova. Ela atendeu o pedido de Susan.
Oito filhos, e abaixo da Susan um filho e uma filhinha. Por que logo para Susan? Sim, eu sei a resposta. Era a Mãe do Céu que queria entrar no meu coração, no coração daquela família. Não bastava tê-la em nossa mente. Aquele momento foi de lágrimas e de louvor ao Altíssimo Deus por nos ter dado tão sublime Mãe. Naquele momento, nosso amor e nossa fé na Virgem Maria cresceu profundamente. Foi como o desabrochar de uma flor.
Desde aquela data, estamos trabalhando no Reino de Deus, falando das glórias da Virgem Maria onde quer que vamos. Muitas e muitas graças eu e minha família temos recebido pelas mãos de Nossa Senhora.
Pelas mãos da Mãe do Céu viemos residir em Anápolis, Goiás, e aqui pelas mãos santas do nosso muito amado Bispo Dom Manoel Pestana Filho, esse culto e inteligente defensor da sã doutrina, nosso orientador espiritual, nosso líder da Fé, recebemos a Ordenação ao Diaconato Permanente. Somos Diácono de Cristo a serviço de Nossa Senhora. Sou Diácono da Virgem Maria. Glória a Deus!
Penso que os leitores entenderam agora a razão do título que dei à Virgem Maria neste artigo. Voltaremos, se Deus nos permitir, a falar das glórias da Virgem Maria.
Fonte: blog do Conselho Diocesano de Leigos
OS SACRAMENTOS
Por Leandro Martins de Jesus
Fonte: Catecismo da Igreja Católica
Com a manifestação pública da Igreja ao mundo, pela efusão do Espírito Santo no dia de Pentecostes (cf. At 2,1s), inicia-se um "novo tempo" para a humanidade, o tempo da Igreja.
Neste novo tempo, a Igreja por meio de sua liturgia é encarregada de manifestar, tornar presente e comunicar a obra de salvação do Cristo, que vive e age na Igreja, que é o seu corpo.
"No dia de Pentecostes, pela efusão do Espírito Santo, a Igreja é manifestada ao mundo. O dom do Espírito inaugura um tempo novo na "dispensação do mistério": o tempo da Igreja, durante o qual Cristo manifesta, toma presente e comunica sua obra de salvação pela liturgia de sua Igreja, "até que ele venha" (1 Cor 11,26). Durante este tempo da Igreja, Cristo vive e age em sua Igreja e com ela de forma nova, própria deste tempo novo. Age pelos sacramentos" (CIC §1076).
É por meio dos Sacramentos que a Igreja dispensa as graças de Cristo aos fiéis. A Igreja "como que o sacramento" age como sinal e instrumento, é por meio dela que o Espírito Santo dispensa o mistério salvífico de Cristo. A Igreja com suas ações litúrgicas, embora peregrina nesta terra, já participa antecipadamente da liturgia celeste "Sentado à direita do Pai" e derramando o Espírito Santo em seu Corpo que é a Igreja, Cristo age agora pelos sacramentos, instituídos por Ele para comunicar sua graça. Os sacramentos são sinais sensíveis (palavras e ações), acessíveis à nossa humanidade atual. Realizam eficazmente a graça que significam em virtude da ação de Cristo e pelo poder do Espírito Santo (CIC § 1084)
Toda a liturgia da Igreja gira em torno do sacrifício eucarístico e dos sacramentos (1), que são sete, a saber: Batismo, Confirmação ou Crisma, Eucaristia, Penitência ou Confissão, Unção dos Enfermos, Ordem e Matrimônio.
Cristo enquanto caminhou no mundo antes de sua morte e ressurreição, realizava a obra salvífica de Deus através de todas as suas palavras e ações (cf. Lc 5,17; 6,19; 8,46), atencipando dessa forma o poder do seu mistério pascal. Diz-nos S. Leão Magno, "aquilo que era visível em nosso Salvador passou para os mistérios" (Sermão 74,2 apud CIC § 1116)
Assim como a Igreja iluminada pelo Espírito Santo distinguiu o cânon das Sagradas Escrituras, de forma análoga distinguiu também o tesouro dos sacramentos, os quais são da Igreja num duplo sentido, existindo "por meio dela" e "para ela" (Igreja).
"Os sacramentos são "da Igreja" no duplo sentido de que existem "por meio dela" e "para ela". São "por meio da Igreja", pois esta é o sacramento da ação de Cristo operando em seu seio graças à missão do Espírito Santo E são "para a Igreja", pois são esses "sacramentos que fazem a Igreja"; com efeito, manifestam e comunicam aos homens, sobretudo na Eucaristia, o mistério da comunhão do Deus amor, uno em três pessoas." (cf. CIC § 1118)
Quando se diz que os Sacramentos são "sinais eficazes da graça de Deus" (cf. CIC § 1131), este fato verdadeiramente ocorre, visto agir neles (Sacramentos) o próprio Cristo, por meio de sua obra salvífica. Assim sendo, os Sacramentos atuam "ex opere operato" (pelo próprio fato de ação ser realizada), independente da justiça ou santidade de quem o confere ou de quem o recebe. Entretanto, a frutuosidade do Sacramento validamente recebido, dependerá das disposições de quem o recebe.(2)
"A partir de momento em que um sacramento é celebrado em conformidade com a intenção da Igreja, o poder de Cristo e de seu Espírito agem nele e por ele, independentemente da santidade pessoal do ministro. Contudo, os frutos dos sacramentos dependem também das disposições de quem os recebe". (cf. CIC § 1128)
É importante frisar que os sacramentos são necessários à salvação, visto serem os canais da graça de Cristo a atingir o homem, curando-o, transformando-o, conformando-o à Jesus, unindo-o de forma vital ao Salvador. (cf. CIC 1129)
NOTAS
(1) " 6. Portanto, como Cristo foi enviado pelo Pai, assim também ele enviou os apóstolos, cheios do Espírito Santo, não só porque, pregando o Evangelho a todos os homens anunciassem que o Filho de Deus com a sua morte e ressurreição nos livrou do poder de satanás e da morte e nos transferiu para o reino do Pai, mas também para que levassem a efeito, por meio do sacrifício e dos sacramentos, sobre os quais gira toda a vida litúrgica, a obra de salvação que anunciavam. Assim pelo batismo os homens são inseridos no mistério pascal de Cristo: com ele mortos, sepultados, e ressuscitados; recebem o espírito de adoção de filhos, "no qual clamam: Abba, Pai " (Rm 8,15), e se tornam assim verdadeiros adoradores que o Pai procura. Do mesmo modo, toda vez que come a ceia do Senhor, anunciam a sua morte até que venha. Por esse motivo, no próprio dia de Pentecostes, no qual a Igreja se manifestou ao mundo, "os que receberam a palavra" de Pedro "foram batizados". E "perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comum fração do pão e na oração… louvando a Deus e sendo bem vistos por todo o povo" (At 2,41-47). Desde então, a Igreja jamais deixou de reunir-se para celebrar o mistério pascal: lendo "tudo quanto nas Escrituras a ele se referia" (Lc 24,27), celebrando a eucaristia na qual "se representa a vitória e o triunfo de sua morte" e, ao mesmo tempo, dando graças "a Deus pelo seu dom inefável" (2Cor 9,15) em Cristo Jesus, "para louvor de sua glória" (Ef 1,12) por virtude do Espírito Santo." (cf. Sacrosanctum Concilium n. 6)
(2) "É claro, porém, que a frutuosidade dos sacramentos depende das disposições pessoais de quem os recebe: ninguém é santificado sem que se abra ao dom de Deus, removendo os obstáculos à graça (o apego aos pecados e as más inclinações...)" (D. Estêvão T. Bettencourt, OSB in: Curso de Iniciação Teológica por correspondência, Módulo 30, p.119)
Fonte: Catecismo da Igreja Católica
Com a manifestação pública da Igreja ao mundo, pela efusão do Espírito Santo no dia de Pentecostes (cf. At 2,1s), inicia-se um "novo tempo" para a humanidade, o tempo da Igreja.
Neste novo tempo, a Igreja por meio de sua liturgia é encarregada de manifestar, tornar presente e comunicar a obra de salvação do Cristo, que vive e age na Igreja, que é o seu corpo.
"No dia de Pentecostes, pela efusão do Espírito Santo, a Igreja é manifestada ao mundo. O dom do Espírito inaugura um tempo novo na "dispensação do mistério": o tempo da Igreja, durante o qual Cristo manifesta, toma presente e comunica sua obra de salvação pela liturgia de sua Igreja, "até que ele venha" (1 Cor 11,26). Durante este tempo da Igreja, Cristo vive e age em sua Igreja e com ela de forma nova, própria deste tempo novo. Age pelos sacramentos" (CIC §1076).
É por meio dos Sacramentos que a Igreja dispensa as graças de Cristo aos fiéis. A Igreja "como que o sacramento" age como sinal e instrumento, é por meio dela que o Espírito Santo dispensa o mistério salvífico de Cristo. A Igreja com suas ações litúrgicas, embora peregrina nesta terra, já participa antecipadamente da liturgia celeste "Sentado à direita do Pai" e derramando o Espírito Santo em seu Corpo que é a Igreja, Cristo age agora pelos sacramentos, instituídos por Ele para comunicar sua graça. Os sacramentos são sinais sensíveis (palavras e ações), acessíveis à nossa humanidade atual. Realizam eficazmente a graça que significam em virtude da ação de Cristo e pelo poder do Espírito Santo (CIC § 1084)
Toda a liturgia da Igreja gira em torno do sacrifício eucarístico e dos sacramentos (1), que são sete, a saber: Batismo, Confirmação ou Crisma, Eucaristia, Penitência ou Confissão, Unção dos Enfermos, Ordem e Matrimônio.
Cristo enquanto caminhou no mundo antes de sua morte e ressurreição, realizava a obra salvífica de Deus através de todas as suas palavras e ações (cf. Lc 5,17; 6,19; 8,46), atencipando dessa forma o poder do seu mistério pascal. Diz-nos S. Leão Magno, "aquilo que era visível em nosso Salvador passou para os mistérios" (Sermão 74,2 apud CIC § 1116)
Assim como a Igreja iluminada pelo Espírito Santo distinguiu o cânon das Sagradas Escrituras, de forma análoga distinguiu também o tesouro dos sacramentos, os quais são da Igreja num duplo sentido, existindo "por meio dela" e "para ela" (Igreja).
"Os sacramentos são "da Igreja" no duplo sentido de que existem "por meio dela" e "para ela". São "por meio da Igreja", pois esta é o sacramento da ação de Cristo operando em seu seio graças à missão do Espírito Santo E são "para a Igreja", pois são esses "sacramentos que fazem a Igreja"; com efeito, manifestam e comunicam aos homens, sobretudo na Eucaristia, o mistério da comunhão do Deus amor, uno em três pessoas." (cf. CIC § 1118)
Quando se diz que os Sacramentos são "sinais eficazes da graça de Deus" (cf. CIC § 1131), este fato verdadeiramente ocorre, visto agir neles (Sacramentos) o próprio Cristo, por meio de sua obra salvífica. Assim sendo, os Sacramentos atuam "ex opere operato" (pelo próprio fato de ação ser realizada), independente da justiça ou santidade de quem o confere ou de quem o recebe. Entretanto, a frutuosidade do Sacramento validamente recebido, dependerá das disposições de quem o recebe.(2)
"A partir de momento em que um sacramento é celebrado em conformidade com a intenção da Igreja, o poder de Cristo e de seu Espírito agem nele e por ele, independentemente da santidade pessoal do ministro. Contudo, os frutos dos sacramentos dependem também das disposições de quem os recebe". (cf. CIC § 1128)
É importante frisar que os sacramentos são necessários à salvação, visto serem os canais da graça de Cristo a atingir o homem, curando-o, transformando-o, conformando-o à Jesus, unindo-o de forma vital ao Salvador. (cf. CIC 1129)
NOTAS
(1) " 6. Portanto, como Cristo foi enviado pelo Pai, assim também ele enviou os apóstolos, cheios do Espírito Santo, não só porque, pregando o Evangelho a todos os homens anunciassem que o Filho de Deus com a sua morte e ressurreição nos livrou do poder de satanás e da morte e nos transferiu para o reino do Pai, mas também para que levassem a efeito, por meio do sacrifício e dos sacramentos, sobre os quais gira toda a vida litúrgica, a obra de salvação que anunciavam. Assim pelo batismo os homens são inseridos no mistério pascal de Cristo: com ele mortos, sepultados, e ressuscitados; recebem o espírito de adoção de filhos, "no qual clamam: Abba, Pai " (Rm 8,15), e se tornam assim verdadeiros adoradores que o Pai procura. Do mesmo modo, toda vez que come a ceia do Senhor, anunciam a sua morte até que venha. Por esse motivo, no próprio dia de Pentecostes, no qual a Igreja se manifestou ao mundo, "os que receberam a palavra" de Pedro "foram batizados". E "perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comum fração do pão e na oração… louvando a Deus e sendo bem vistos por todo o povo" (At 2,41-47). Desde então, a Igreja jamais deixou de reunir-se para celebrar o mistério pascal: lendo "tudo quanto nas Escrituras a ele se referia" (Lc 24,27), celebrando a eucaristia na qual "se representa a vitória e o triunfo de sua morte" e, ao mesmo tempo, dando graças "a Deus pelo seu dom inefável" (2Cor 9,15) em Cristo Jesus, "para louvor de sua glória" (Ef 1,12) por virtude do Espírito Santo." (cf. Sacrosanctum Concilium n. 6)
(2) "É claro, porém, que a frutuosidade dos sacramentos depende das disposições pessoais de quem os recebe: ninguém é santificado sem que se abra ao dom de Deus, removendo os obstáculos à graça (o apego aos pecados e as más inclinações...)" (D. Estêvão T. Bettencourt, OSB in: Curso de Iniciação Teológica por correspondência, Módulo 30, p.119)
EVANGELHO DO DIA (Lucas 17, 26-37)

Sexta-Feira, 13 de Novembro de 2009
32ª Semana Comum
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 26“Como aconteceu nos dias de Noé, assim também acontecerá nos dias do Filho do Homem. 27Eles comiam, bebiam, casavam-se e se davam em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. Então chegou o dilúvio e fez morrer todos eles. 28Acontecerá como nos dias de Ló: comiam e bebiam, compravam e vendiam, plantavam e construíam. 29Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma, Deus fez chover fogo e enxofre do céu e fez morrer todos. 30O mesmo acontecerá no dia em que o Filho do Homem for revelado. 31Nesse dia, quem estiver no terraço, não desça para apanhar os bens que estão em sua casa. E quem estiver nos campos não volte para trás. 32Lembrai-vos da mulher de Ló. 33Quem procura ganhar a sua vida vai perdê-la; e quem a perde vai conservá-la. 34Eu vos digo: nesta noite, dois estarão numa cama; um será tomado e o outro será deixado. 35Duas mulheres estarão moendo juntas; uma será tomada e a outra será deixada. 36Dois homens estarão no campo; um será levado e o outro será deixado”. 37Os discípulos perguntaram: “Senhor, onde acontecerá isso?” Jesus respondeu: “Onde estiver o cadáver, aí se reunirão os abutres”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
EM BREVE COMUNIDADE CATÓLICA BOA NOVA EM APODI. AGUARDE!
EVANGELHO DO DIA (Lucas 17, 26-37)
Sexta-Feira, 13 de Novembro de 2009
32ª Semana Comum
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 26“Como aconteceu nos dias de Noé, assim também acontecerá nos dias do Filho do Homem. 27Eles comiam, bebiam, casavam-se e se davam em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. Então chegou o dilúvio e fez morrer todos eles. 28Acontecerá como nos dias de Ló: comiam e bebiam, compravam e vendiam, plantavam e construíam. 29Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma, Deus fez chover fogo e enxofre do céu e fez morrer todos. 30O mesmo acontecerá no dia em que o Filho do Homem for revelado. 31Nesse dia, quem estiver no terraço, não desça para apanhar os bens que estão em sua casa. E quem estiver nos campos não volte para trás. 32Lembrai-vos da mulher de Ló. 33Quem procura ganhar a sua vida vai perdê-la; e quem a perde vai conservá-la. 34Eu vos digo: nesta noite, dois estarão numa cama; um será tomado e o outro será deixado. 35Duas mulheres estarão moendo juntas; uma será tomada e a outra será deixada. 36Dois homens estarão no campo; um será levado e o outro será deixado”. 37Os discípulos perguntaram: “Senhor, onde acontecerá isso?” Jesus respondeu: “Onde estiver o cadáver, aí se reunirão os abutres”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
EM BREVE COMUNIDADE CATÓLICA BOA NOVA EM APODI. AGUARDE!
32ª Semana Comum
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 26“Como aconteceu nos dias de Noé, assim também acontecerá nos dias do Filho do Homem. 27Eles comiam, bebiam, casavam-se e se davam em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. Então chegou o dilúvio e fez morrer todos eles. 28Acontecerá como nos dias de Ló: comiam e bebiam, compravam e vendiam, plantavam e construíam. 29Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma, Deus fez chover fogo e enxofre do céu e fez morrer todos. 30O mesmo acontecerá no dia em que o Filho do Homem for revelado. 31Nesse dia, quem estiver no terraço, não desça para apanhar os bens que estão em sua casa. E quem estiver nos campos não volte para trás. 32Lembrai-vos da mulher de Ló. 33Quem procura ganhar a sua vida vai perdê-la; e quem a perde vai conservá-la. 34Eu vos digo: nesta noite, dois estarão numa cama; um será tomado e o outro será deixado. 35Duas mulheres estarão moendo juntas; uma será tomada e a outra será deixada. 36Dois homens estarão no campo; um será levado e o outro será deixado”. 37Os discípulos perguntaram: “Senhor, onde acontecerá isso?” Jesus respondeu: “Onde estiver o cadáver, aí se reunirão os abutres”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
EM BREVE COMUNIDADE CATÓLICA BOA NOVA EM APODI. AGUARDE!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
EVANGELHO DO DIA (Lucas 17, 20-25)

Quinta-Feira, 12 de Novembro de 2009
São Josafá
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 20os fariseus perguntaram a Jesus sobre o momento em que chegaria o Reino de Deus. Jesus respondeu: “O Reino de Deus não vem ostensivamente. 21Nem se poderá dizer: ‘Está aqui’ ou ‘Está ali’, porque o Reino de Deus está entre vós”.
22E Jesus disse aos discípulos: “Dias virão em que desejareis ver um só dia do Filho do Homem e não podereis ver. 23As pessoas vos dirão: ‘Ele está ali’ ou ‘Ele está aqui’. Não deveis ir, nem correr atrás. 24Pois, como o relâmpago brilha de um lado até o outro do céu, assim também será o Filho do Homem, no seu dia. 25Antes, porém, ele deverá sofrer muito e ser rejeitado por esta geração”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
EM BREVE COMUNIDADE CATÓLICA BOA NOVA EM APODI. AGUARDE!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
NOVENA HOJE QUARTA-FEIRA
Hoje quarta-feira 11/11/09, logo mais às 19:00 horas Novena do Perpétuo Socorro na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e São João Batista.
Animação: Grupo de Jovens Associados à Igreja Católica – GRUJAIC. Celebrante: Pe. Theodoro.
Logo após a Novena. Reunião da Equipe de Liturgia.
Animação: Grupo de Jovens Associados à Igreja Católica – GRUJAIC. Celebrante: Pe. Theodoro.
Logo após a Novena. Reunião da Equipe de Liturgia.
EVANGELHO DO DIA (Lucas 17, 11-19)

Quarta-Feira, 11 de Novembro de 2009
São Martinho de Tours
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
11Aconteceu que, caminhando para Jerusalém, Jesus passava entre a Samaria e a Galiléia. 12Quando estava para entrar num povoado, dez leprosos vieram a seu encontro. Pararam à distância, 13e gritaram: “Jesus, Mestre, tem compaixão de nós!” 14Ao vê-los, Jesus disse: “Ide apresentar-vos aos sacerdotes”.
Enquanto caminhavam, aconteceu que ficaram curados. 15Um deles, ao perceber que estava curado, voltou glorificando a Deus em alta voz; 16atirou-se aos pés de Jesus, com o rosto por terra, e lhe agradeceu. E este era um sama¬ritano.
17Então Jesus lhe perguntou: “Não foram dez os curados? E os outros nove, onde estão? 18Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?” 19E disse-lhe: “Levanta-te e vai! Tua fé te salvou”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
EM BREVE COMUNIDADE CATÓLICA BOA NOVA EM APODI. AGUARDE!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
EVANGELHO DO DIA (Lucas 17, 7-10)

Terça-Feira, 10 de Novembro de 2009
São Leão Magno
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus: 7“Se algum de vós tem um empregado que trabalha a terra ou cuida dos animais, por acaso vai dizer-lhe, quando ele volta do campo: ‘Vem depressa para a mesa?’ 8Pelo contrário, não vai dizer ao empregado: ‘Prepara-me o jantar, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois disso poderás comer e beber?’ 9Será que vai agradecer ao empregado, porque fez o que lhe havia mandado? 10Assim também vós: quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: ‘Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer’”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
EM BREVE COMUNIDADE CATÓLICA BOA NOVA EM APODI. AGUARDE!
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
EVANGELIZAMOS DE TODAS AS FORMAS COM ALEGRIA!
A paz! Desejo a todos um bom início de semana.
Que Deus sempre nos ilumine!
Segue as últimas postagens do nosso blog... confira
FAMÍLIA ( venha rezar conosco)
7 noites de oração pelas famílias
ACONTECEU
Aconteceu: Festa das Crianças
Aconteceu: Formação para os coroinhas
Aconteceu: Terço na praça do Pax
NOTÍCIAS
Sucessão na diocese de Porto Nacional
ABORTO
Diretora de uma clínica abortista converte-se
--
Severino Júnior
Comunidade Obra de Maria - Mossoró - RN
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ACONTECEU
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Aconteceu: Terço na praça do Pax
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--
Severino Júnior
Comunidade Obra de Maria - Mossoró - RN
ENTENDENDO A DOUTRINA DAS INDULGÊNCIAS
Por Leandro Martins de Jesus
"A doutrina e o uso das indulgências vigentes na Igreja Católica há vários séculos encontram sólido apoio na revelação divina, a qual vindo dos Apóstolos "se desenvolve na Igreja sob a assistência do Espírito Santo", enquanto "a Igreja, no decorrer dos séculos, tende continuamente para a plenitude da verdade divina, até que se cumpram nela as palavras de Deus".
(Papa Paulo VI In: Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrinahttp://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_constitutions/documents/hf_p-vi_apc_01011967_indulgentiarum-doctrina_po.html,1)
Muito se diz acerca da doutrina das Indulgencias, de forma a depreciar a Igreja Católica, com base em sofismas e argumentos desprovidos do real conhecimento do que se trata.
A primeira objeção às indulgências, sobretudo de base protestante, afirma que a mesma seria "perdão dos pecados" ou mesmo a "venda do perdão" [1]. Nada de mais falso e incoerente.
Ensina com exatidão o Catecismo da Igreja Católica (CIC), o que são as indulgencias:
"A indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, (remissão) que o fiel bem-disposto obtém, em condições determinadas, pela intervenção da Igreja que, como dispensadora da redenção, distribui e aplica por sua autoridade o tesouro das satisfações (isto é, dos méritos) de Cristo e dos santos." (CIC § 1471)
Fica claro a partir dessa definição do Catecismo que a indulgência não é o perdão dos pecados, mas sim, a "a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa". Outro fator de suma importância a ser observado é que a indulgência ocorre "pela intervenção da Igreja que, como dispensadora da redenção, distribui e aplica por sua autoridade o tesouro das satisfações (isto é, dos méritos) de Cristo e dos santos"
É preciso compreender que o pecado gera uma dupla conseqüência para o homem: a pena eterna (culpa) e a pena temporal (pena). A pena eterna caracteriza-se pela privação da comunhão com Deus, que ocorre com a prática do pecado grave ou mortal (também o pecado venial acarretando um "apego prejudicial às criaturas", produz a pena temporal que necessita ser expiada).
A pena eterna (culpa) é remida através do Sacramento da Confissão ou Penitência. A pena temporal caracteriza-se pela violação da ordem natural estabelecida pelo Criador (as conseqüências do pecado cometido, que devem ser reparadas).
Diz S. Tomás de Aquino: "Sendo o pecado um ato desordenado, é evidente que todo o que peca, age contra alguma ordem. E é, portanto decorrência da própria ordem que seja humilhado. E essa humilhação é a pena"
(S. Th. 1-2,q87, a.1; DI, ref.3 apud Aquino Felipe. In: O Purgatório: o que a Igreja ensina, p.44). A pena temporal é expiada através das obras de penitencia e/ou das indulgências ("obras indulgenciadas"). [2]
"As indulgencias não significam venda do perdão de pecados, como se diz freqüentemente, mas são obras que devem ser praticadas com profundo amor à Deus e total repúdio do pecado já absolvido pelo sacramento da penitencia; a fim de que o amor à Deus assim excitado apague os resquícios do pecado que costumam permanecer no cristão mesmo após a absolvição sacramental"
(D. Estêvão Bettencourt,OSB. In: PR nº 555, p.384)
As indulgências surgem na história da Igreja aproximadamente no século IX. Nos primeiros séculos do cristianismo, a absolvição dos pecados ocorria somente após o pecador prestar satisfação do pecado cometido (penitencia pública), para tirar do seu íntimo as raízes do pecado, e para isto, tinha que submeter-se a rigorosa penitência (quaresma de Jejum com o penitente vestido de sacos e silício, auto-flagelação, viver de esmolas, etc).
Havia também neste tempo os "Confessores da Fé", cristãos piedosos que encontrava-se encarcerados pelos perseguidores, aguardando o dia da execução, assim, os penitentes recorriam à intercessão destes futuros mártires da fé, que escreviam uma carta ao Bispo (chamadas de "cartas de paz"), para que a pesada penitencia (pena temporal) fosse remida pelos sofrimentos daquele mártir.
"Com este documento [a "cartas de paz"] entregue ao bispo, o penitente era absolvido da pesada penitencia pública que o confessor lhe impusera (...) a pena temporal que a penitencia satisfazia. Assim, transferia-se para o pecador arrependido, o valor satisfatório dos sofrimentos do mártir". (Aquino Felipe. In: O Purgatório: o que a Igreja ensina, p.41)
Dessa forma, a Igreja, depositária dos méritos de Cristo e dos Santos [3], gradativamente começa a aplicá-los aos penitentes, que muitas vezes não tinham condições físicas para cumprir as pesadas penitencias da época, assim, a partir do século IX começam a surgir as obras indulgenciadas, que eram obras mais brandas (visita a um Santuário, uma peregrinação, orações como o terço, esmolas, etc), às quais a Igreja pela autoridade dada por Deus [4] aplicava o tesouro das satisfações (isto é, dos méritos) de Cristo e dos santos.
As indulgências eram calculadas em dias, semanas, meses ou anos, por exemplo, uma indulgência de 40 dias equivalia a 40 dias de alguma penosa penitencia (p.ex. um jejum de 40 dias a pão e água), comutada por uma obra indulgenciada. [5]
Desde o século VI e também com o advento das obras indulgenciadas (século IX), a praxe da Igreja no tocante à absolvição dos pecadores, passa a ocorrer da seguinte forma: o pecador recorria ao Sacramento da Confissão e depois de absolvido da pena eterna (culpa), cumpriria alguma obra indulgenciada para a remissão da pena temporal devida (pena).
É imperativo que se saiba, que as comutações das pesadas penitencias para as obras indulgenciadas tem seu apoio nas Sagradas Escrituras, como se depreende do texto de Levítico 5,7.11, onde se observa comutações de obrigações dos fiéis, quando estes não tinham como cumprir o prescrito: "Se não houver meio de se obter uma ovelha ou uma cabra, oferecerá ao Senhor em expiação pelo seu pecado duas rolas ou dois pombinhos, um em sacrifício pelo pecado e o outro em holocausto.(...) Se não houver meio de se encontrarem duas rolas ou dois pombinhos, trará como oferta, pelo pecado cometido, o décimo de um efá de flor de farinha em sacrifício pelo pecado. Não lhe deitará azeite nem lhe porá incenso, porque é um sacrifício pelo pecado" (Lv 7,5.11)
Outro fator importante a ser observado, é que a obtenção das indulgências não eram (nem são) feitas de forma mecânica ou burocrática, requer-se do penitente absolvido pelo Sacramento da Confissão, total horror ao pecado, e piedoso amor à Deus, de forma a possuir reta intenção de não mais incorrer no pecado, com o auxílio da graça de Deus.
Após o Concílio Vaticano II (1962-1965), o Papa Paulo VI promoveu uma revisão da disciplina das indulgências através da Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina
http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_constitutions/documents/hf_p-vi_apc_01011967_indulgentiarum-doctrina_po.html
em 01/01/1967 (tal revisão não invalidou nada de essencial que era aplicado anteriormente). A
s indulgencias deixaram de ser contadas em "dias, meses ou anos", passando a ser somente indulgência parcial ou plenária.
"N. 2. A indulgência é parcial ou plenária, conforme libera parcial ou totalmente da pena devida pelos pecados." (cf. Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina
http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_constitutions/documents/hf_p-vi_apc_01011967_indulgentiarum-doctrina_po.html, Norma nº 2)
"(...) "A indulgência é parcial ou plenária, conforme liberar parcial totalmente da pena devida pelos pecados." Todos os fiéis podem adquirir indulgências (...) para si mesmos ou aplicá-las aos defuntos." (CIC § 1471)
A doutrina das indulgências é uma graça que Deus deu à Sua Igreja, para auxiliar na santificação de seus filhos, visando estimulá-los a uma vida fervorosa, animada pela fé, caridade e configuração ao nosso Salvador Jesus Cristo.
Com efeito, ensinou o Papa Paulo VI: "Para brevemente relembrar os principais benefícios, a usança salutar das indulgências ensina "como é triste e amargo ter abandonado o Senhor Deus". Pois os fiéis, quando se empenham em ganhar as indulgências, compreendem que por suas próprias forças não podem expiar o prejuízo que se infligiram a si mesmos e a toda a comunidade, e por isso são excitados a uma salutar humildade.
Além disso, o uso das indulgências ensina com que íntima união em Cristo estamos ligados uns aos outros e que ajuda a vida sobrenatural de cada um pode trazer aos outros, a fim de mais fácil e estreitamente se unirem ao Pai.
Assim, o uso das indulgências inflama eficazmente a caridade e de modo excelente a exerce quando se leva um auxílio aos irmãos adormecidos em Cristo.
(cf. Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina
http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_constitutions/documents/hf_p-vi_apc_01011967_indulgentiarum-doctrina_po.html,9)
Para saber mais acerca da Doutrina das Indulgencias, recomendo a leitura da Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina
http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_constitutions/documents/hf_p-vi_apc_01011967_indulgentiarum-doctrina_po.html do Papa Paulo VI.
"A doutrina e o uso das indulgências vigentes na Igreja Católica há vários séculos encontram sólido apoio na revelação divina, a qual vindo dos Apóstolos "se desenvolve na Igreja sob a assistência do Espírito Santo", enquanto "a Igreja, no decorrer dos séculos, tende continuamente para a plenitude da verdade divina, até que se cumpram nela as palavras de Deus".
(Papa Paulo VI In: Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrinahttp://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_constitutions/documents/hf_p-vi_apc_01011967_indulgentiarum-doctrina_po.html,1)
Muito se diz acerca da doutrina das Indulgencias, de forma a depreciar a Igreja Católica, com base em sofismas e argumentos desprovidos do real conhecimento do que se trata.
A primeira objeção às indulgências, sobretudo de base protestante, afirma que a mesma seria "perdão dos pecados" ou mesmo a "venda do perdão" [1]. Nada de mais falso e incoerente.
Ensina com exatidão o Catecismo da Igreja Católica (CIC), o que são as indulgencias:
"A indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, (remissão) que o fiel bem-disposto obtém, em condições determinadas, pela intervenção da Igreja que, como dispensadora da redenção, distribui e aplica por sua autoridade o tesouro das satisfações (isto é, dos méritos) de Cristo e dos santos." (CIC § 1471)
Fica claro a partir dessa definição do Catecismo que a indulgência não é o perdão dos pecados, mas sim, a "a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa". Outro fator de suma importância a ser observado é que a indulgência ocorre "pela intervenção da Igreja que, como dispensadora da redenção, distribui e aplica por sua autoridade o tesouro das satisfações (isto é, dos méritos) de Cristo e dos santos"
É preciso compreender que o pecado gera uma dupla conseqüência para o homem: a pena eterna (culpa) e a pena temporal (pena). A pena eterna caracteriza-se pela privação da comunhão com Deus, que ocorre com a prática do pecado grave ou mortal (também o pecado venial acarretando um "apego prejudicial às criaturas", produz a pena temporal que necessita ser expiada).
A pena eterna (culpa) é remida através do Sacramento da Confissão ou Penitência. A pena temporal caracteriza-se pela violação da ordem natural estabelecida pelo Criador (as conseqüências do pecado cometido, que devem ser reparadas).
Diz S. Tomás de Aquino: "Sendo o pecado um ato desordenado, é evidente que todo o que peca, age contra alguma ordem. E é, portanto decorrência da própria ordem que seja humilhado. E essa humilhação é a pena"
(S. Th. 1-2,q87, a.1; DI, ref.3 apud Aquino Felipe. In: O Purgatório: o que a Igreja ensina, p.44). A pena temporal é expiada através das obras de penitencia e/ou das indulgências ("obras indulgenciadas"). [2]
"As indulgencias não significam venda do perdão de pecados, como se diz freqüentemente, mas são obras que devem ser praticadas com profundo amor à Deus e total repúdio do pecado já absolvido pelo sacramento da penitencia; a fim de que o amor à Deus assim excitado apague os resquícios do pecado que costumam permanecer no cristão mesmo após a absolvição sacramental"
(D. Estêvão Bettencourt,OSB. In: PR nº 555, p.384)
As indulgências surgem na história da Igreja aproximadamente no século IX. Nos primeiros séculos do cristianismo, a absolvição dos pecados ocorria somente após o pecador prestar satisfação do pecado cometido (penitencia pública), para tirar do seu íntimo as raízes do pecado, e para isto, tinha que submeter-se a rigorosa penitência (quaresma de Jejum com o penitente vestido de sacos e silício, auto-flagelação, viver de esmolas, etc).
Havia também neste tempo os "Confessores da Fé", cristãos piedosos que encontrava-se encarcerados pelos perseguidores, aguardando o dia da execução, assim, os penitentes recorriam à intercessão destes futuros mártires da fé, que escreviam uma carta ao Bispo (chamadas de "cartas de paz"), para que a pesada penitencia (pena temporal) fosse remida pelos sofrimentos daquele mártir.
"Com este documento [a "cartas de paz"] entregue ao bispo, o penitente era absolvido da pesada penitencia pública que o confessor lhe impusera (...) a pena temporal que a penitencia satisfazia. Assim, transferia-se para o pecador arrependido, o valor satisfatório dos sofrimentos do mártir". (Aquino Felipe. In: O Purgatório: o que a Igreja ensina, p.41)
Dessa forma, a Igreja, depositária dos méritos de Cristo e dos Santos [3], gradativamente começa a aplicá-los aos penitentes, que muitas vezes não tinham condições físicas para cumprir as pesadas penitencias da época, assim, a partir do século IX começam a surgir as obras indulgenciadas, que eram obras mais brandas (visita a um Santuário, uma peregrinação, orações como o terço, esmolas, etc), às quais a Igreja pela autoridade dada por Deus [4] aplicava o tesouro das satisfações (isto é, dos méritos) de Cristo e dos santos.
As indulgências eram calculadas em dias, semanas, meses ou anos, por exemplo, uma indulgência de 40 dias equivalia a 40 dias de alguma penosa penitencia (p.ex. um jejum de 40 dias a pão e água), comutada por uma obra indulgenciada. [5]
Desde o século VI e também com o advento das obras indulgenciadas (século IX), a praxe da Igreja no tocante à absolvição dos pecadores, passa a ocorrer da seguinte forma: o pecador recorria ao Sacramento da Confissão e depois de absolvido da pena eterna (culpa), cumpriria alguma obra indulgenciada para a remissão da pena temporal devida (pena).
É imperativo que se saiba, que as comutações das pesadas penitencias para as obras indulgenciadas tem seu apoio nas Sagradas Escrituras, como se depreende do texto de Levítico 5,7.11, onde se observa comutações de obrigações dos fiéis, quando estes não tinham como cumprir o prescrito: "Se não houver meio de se obter uma ovelha ou uma cabra, oferecerá ao Senhor em expiação pelo seu pecado duas rolas ou dois pombinhos, um em sacrifício pelo pecado e o outro em holocausto.(...) Se não houver meio de se encontrarem duas rolas ou dois pombinhos, trará como oferta, pelo pecado cometido, o décimo de um efá de flor de farinha em sacrifício pelo pecado. Não lhe deitará azeite nem lhe porá incenso, porque é um sacrifício pelo pecado" (Lv 7,5.11)
Outro fator importante a ser observado, é que a obtenção das indulgências não eram (nem são) feitas de forma mecânica ou burocrática, requer-se do penitente absolvido pelo Sacramento da Confissão, total horror ao pecado, e piedoso amor à Deus, de forma a possuir reta intenção de não mais incorrer no pecado, com o auxílio da graça de Deus.
Após o Concílio Vaticano II (1962-1965), o Papa Paulo VI promoveu uma revisão da disciplina das indulgências através da Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina
http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_constitutions/documents/hf_p-vi_apc_01011967_indulgentiarum-doctrina_po.html
em 01/01/1967 (tal revisão não invalidou nada de essencial que era aplicado anteriormente). A
s indulgencias deixaram de ser contadas em "dias, meses ou anos", passando a ser somente indulgência parcial ou plenária.
"N. 2. A indulgência é parcial ou plenária, conforme libera parcial ou totalmente da pena devida pelos pecados." (cf. Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina
http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_constitutions/documents/hf_p-vi_apc_01011967_indulgentiarum-doctrina_po.html, Norma nº 2)
"(...) "A indulgência é parcial ou plenária, conforme liberar parcial totalmente da pena devida pelos pecados." Todos os fiéis podem adquirir indulgências (...) para si mesmos ou aplicá-las aos defuntos." (CIC § 1471)
A doutrina das indulgências é uma graça que Deus deu à Sua Igreja, para auxiliar na santificação de seus filhos, visando estimulá-los a uma vida fervorosa, animada pela fé, caridade e configuração ao nosso Salvador Jesus Cristo.
Com efeito, ensinou o Papa Paulo VI: "Para brevemente relembrar os principais benefícios, a usança salutar das indulgências ensina "como é triste e amargo ter abandonado o Senhor Deus". Pois os fiéis, quando se empenham em ganhar as indulgências, compreendem que por suas próprias forças não podem expiar o prejuízo que se infligiram a si mesmos e a toda a comunidade, e por isso são excitados a uma salutar humildade.
Além disso, o uso das indulgências ensina com que íntima união em Cristo estamos ligados uns aos outros e que ajuda a vida sobrenatural de cada um pode trazer aos outros, a fim de mais fácil e estreitamente se unirem ao Pai.
Assim, o uso das indulgências inflama eficazmente a caridade e de modo excelente a exerce quando se leva um auxílio aos irmãos adormecidos em Cristo.
(cf. Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina
http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_constitutions/documents/hf_p-vi_apc_01011967_indulgentiarum-doctrina_po.html,9)
Para saber mais acerca da Doutrina das Indulgencias, recomendo a leitura da Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina
http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_constitutions/documents/hf_p-vi_apc_01011967_indulgentiarum-doctrina_po.html do Papa Paulo VI.
A MEDICINA TEM SEUS LIMITES
Por Cônego José Geraldo Vidigal de Carvalho
A medicina não é uma ciência exata e tem seus limites e muitas vezes os médicos se esquecem do que está claríssimo na Bíblia, dito pelo próprio Cristo, Médico divino: “Para Deus tudo é possível” (Mt 19,26).
Toda polêmica que o caso da menina que ficou grávida aos 9 anos violentada pelo padrasto em Recife e que por autorização da mãe, teve a gestação interrompida tem como pano de fundo buscar apoio para a aprovação da hedionda e satânica lei do aborto que está para ser votada novamente.
A Folha on line de dois de dezembro de 2006 publicou o seguinte: “Vítima de estupro, menina de nove anos dá à luz no Peru.Uma menina de nove anos deu à luz um menino neste sábado, fruto de um estupro, em um hospital público de Lima, informou o ministro peruano de Saúde, Carlos Vallejos.
O bebê nasceu com 2,520 kg e 47 cm e apresenta dificuldades respiratórias. Por isso, permanece na UTI. A mãe precoce receberá ajuda psicológica, e seu filho terá toda assistência de que precisar, ressaltou o ministro Vallejos, após visitá-la."Ela permanecerá no hospital todo o tempo que for necessário até que seu filho e ela estejam em perfeitas condições”, declarou.
A garota foi vítima de abuso sexual de um primo de 29 anos, em um povoado pobre da província de Pachitea, no departamento centro-andino de Huánuco.
O caso comoveu o Peru, quando sua gestação foi revelada em setembro passado, tornando-a a mãe mais jovem do país”.
Aqui no Brasil o caminho foi assassinar duas pessoas inocentes, indefesas, cometendo-se o aborto!
Confirmando que para Deus nada é impossível este depoimento publicado pela Catolicanet: “Elisabete Arcolino Comparinni casada, quatro filhos, residente em Franca-SP, cujo milagre recebido foi responsável pela canonização de Gianna Beretta Molla, deu seu depoimento com extraordinária convicção e serenidade a CatolicaNet.
Acompanhe:
Catolicanet: Como foi a gravidez de seu quarto bebê?
Elisabete: Grávida de quatro meses, a minha bolsa rompeu e eu perdi todo o líquido amniótico e nesses casos a conduta médica é o aborto, a retirada da criança. Mas com a experiência de fé que havia tido com meu marido, que também foi um milagre da vida, ele que foi um ex-traficante de drogas e que depois recebeu a cura do vírus HIV, nos fundamentamos ‘nesse
Deus que não iria nos abandonar’.
Portanto fomos dizendo não a esse aborto dia-a-dia, até um momento especial que recebemos a visita de Dom Diógenes Matthes, Bispo de Franca. Hoje, ele é bispo emérito.
Dom Díógenes então me perguntou: - ‘Você esta disposta a dar a vida por esta criança’? Eu disse que sim, mas temia pelas três crianças que estava deixando, que ficariam sem mãe. Ele então rezou um pouco comigo, foi a sua casa e retornou com o livro da Beata Gianna, ajoelhou-se diante do Santíssimo e pediu: - ‘Beata Gianna Beretta Molla a senhora já teve um milagre para ser beata, esta lhe faltando um milagre para ser santa, por isso eu vos peço, chegou a tua vez, faça esse milagre na vida dessa mãe desta família’.
Nós acreditamos nesta oração dele e começamos a rezar pela beata Gianna todos os dias. E pela graça de Deus no dia 31 de maio de 2000, contradizendo todas as teorias médicas, que afirmavam que a criança nem sobreviveria e, caso viesse a sobreviver, ficaria muito tempo na UTI e, se ainda assim, sobrevivesse ao tratamento intensivo seria uma criança com muitas e muitas sequelas.
No entanto, minha filha nasceu com um choro forte, e contrariando todas as expectativas médicas, nasceu perfeita. Hoje ela tem oito anos é uma criança normal, muito sorridente, vai a escola como qualquer criança. Seu nome é Gianna Maria, em homenagem a Gianna Beretta Mola, hoje Santa” Contra fatos não há argumentos.
Cumpre, porém, desmascarar os profetas da mentira, lutando a favor do bem, para que o mal não se difunda. Recomenda São Paulo: “A noite vai adiantada, e o dia vem chegando. Despojemo-nos das obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz”. (Rm 13,12). Pensemos nisto!
Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho
Professor no Seminário de Mariana de 1967 a 2008.
Fonte: Cléofas
A medicina não é uma ciência exata e tem seus limites e muitas vezes os médicos se esquecem do que está claríssimo na Bíblia, dito pelo próprio Cristo, Médico divino: “Para Deus tudo é possível” (Mt 19,26).
Toda polêmica que o caso da menina que ficou grávida aos 9 anos violentada pelo padrasto em Recife e que por autorização da mãe, teve a gestação interrompida tem como pano de fundo buscar apoio para a aprovação da hedionda e satânica lei do aborto que está para ser votada novamente.
A Folha on line de dois de dezembro de 2006 publicou o seguinte: “Vítima de estupro, menina de nove anos dá à luz no Peru.Uma menina de nove anos deu à luz um menino neste sábado, fruto de um estupro, em um hospital público de Lima, informou o ministro peruano de Saúde, Carlos Vallejos.
O bebê nasceu com 2,520 kg e 47 cm e apresenta dificuldades respiratórias. Por isso, permanece na UTI. A mãe precoce receberá ajuda psicológica, e seu filho terá toda assistência de que precisar, ressaltou o ministro Vallejos, após visitá-la."Ela permanecerá no hospital todo o tempo que for necessário até que seu filho e ela estejam em perfeitas condições”, declarou.
A garota foi vítima de abuso sexual de um primo de 29 anos, em um povoado pobre da província de Pachitea, no departamento centro-andino de Huánuco.
O caso comoveu o Peru, quando sua gestação foi revelada em setembro passado, tornando-a a mãe mais jovem do país”.
Aqui no Brasil o caminho foi assassinar duas pessoas inocentes, indefesas, cometendo-se o aborto!
Confirmando que para Deus nada é impossível este depoimento publicado pela Catolicanet: “Elisabete Arcolino Comparinni casada, quatro filhos, residente em Franca-SP, cujo milagre recebido foi responsável pela canonização de Gianna Beretta Molla, deu seu depoimento com extraordinária convicção e serenidade a CatolicaNet.
Acompanhe:
Catolicanet: Como foi a gravidez de seu quarto bebê?
Elisabete: Grávida de quatro meses, a minha bolsa rompeu e eu perdi todo o líquido amniótico e nesses casos a conduta médica é o aborto, a retirada da criança. Mas com a experiência de fé que havia tido com meu marido, que também foi um milagre da vida, ele que foi um ex-traficante de drogas e que depois recebeu a cura do vírus HIV, nos fundamentamos ‘nesse
Deus que não iria nos abandonar’.
Portanto fomos dizendo não a esse aborto dia-a-dia, até um momento especial que recebemos a visita de Dom Diógenes Matthes, Bispo de Franca. Hoje, ele é bispo emérito.
Dom Díógenes então me perguntou: - ‘Você esta disposta a dar a vida por esta criança’? Eu disse que sim, mas temia pelas três crianças que estava deixando, que ficariam sem mãe. Ele então rezou um pouco comigo, foi a sua casa e retornou com o livro da Beata Gianna, ajoelhou-se diante do Santíssimo e pediu: - ‘Beata Gianna Beretta Molla a senhora já teve um milagre para ser beata, esta lhe faltando um milagre para ser santa, por isso eu vos peço, chegou a tua vez, faça esse milagre na vida dessa mãe desta família’.
Nós acreditamos nesta oração dele e começamos a rezar pela beata Gianna todos os dias. E pela graça de Deus no dia 31 de maio de 2000, contradizendo todas as teorias médicas, que afirmavam que a criança nem sobreviveria e, caso viesse a sobreviver, ficaria muito tempo na UTI e, se ainda assim, sobrevivesse ao tratamento intensivo seria uma criança com muitas e muitas sequelas.
No entanto, minha filha nasceu com um choro forte, e contrariando todas as expectativas médicas, nasceu perfeita. Hoje ela tem oito anos é uma criança normal, muito sorridente, vai a escola como qualquer criança. Seu nome é Gianna Maria, em homenagem a Gianna Beretta Mola, hoje Santa” Contra fatos não há argumentos.
Cumpre, porém, desmascarar os profetas da mentira, lutando a favor do bem, para que o mal não se difunda. Recomenda São Paulo: “A noite vai adiantada, e o dia vem chegando. Despojemo-nos das obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz”. (Rm 13,12). Pensemos nisto!
Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho
Professor no Seminário de Mariana de 1967 a 2008.
Fonte: Cléofas
EVANGELHO DO DIA (João 2, 13-22)

Segunda-Feira, 9 de Novembro de 2009
Dedicação da Basílica de Latrão
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
13Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. 14No Templo, encontrou os vendedores de bois, ovelhas e pombas e os cambistas que estavam aí sentados. 15Fez então um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas. 16E disse aos que vendiam pombas: “Tirai isto daqui! Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!” 17Seus discípulos lembraram-se, mais tarde, que a Escritura diz: “O zelo por tua casa me consumirá”. 18Então os judeus perguntaram a Jesus: “Que sinal nos mostras para agir assim?” 19Ele respondeu: “Destruí este Templo, e em três dias o levantarei”. 20Os Judeus disseram: “Quarenta e seis anos foram precisos para a construção deste santuário e tu o levantarás em três dias?” 21Mas Jesus estava falando do Templo do seu corpo. 22Quando Jesus ressuscitou, os discípulos lembraram-se do que ele tinha dito e acreditaram na Escritura e na palavra dele.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
EM BREVE COMUNIDADE CATÓLICA BOA NOVA EM APODI. AGUARDE!
domingo, 8 de novembro de 2009
PROGRAMA A CAMINHO DA IGREJA

Apresentação dos Comunicadores de Deus!
O Programa A CAMINHO DA IGREJA tem o objetivo de refletir a Liturgia da Santa Missa, ou seja, explicar a importância de cada momento da Santa Missa.
I LEITURA, SALMO RESPONSORIAL, II LEITURA, EVANGELHO E A ORAÇÃO DA ASSEMBLEIA.
O Programa “A Caminho da Igreja” vai ao ar todo os domingos, das 7:00hs às 8:00hs da manhã. Na AM Vale do Apodi 1030Khz. E você pode participar pedindo seu hino preferido através do telefone (084) 3333-2512 ou acessando http://www.blogvaledoapodi.com.br/
Mais um programa de responsabilidade da Igreja Católica Apostólica Romana. Hoje pela manhã foi realizado o 19º programa. Todos estão convidados a escutar.
Programa dedicado a todos os Cristãos!
MISSA DO DOMINGO
Hoje domingo 08/11/09, logo mais às 8:00 da manhã Santa Missa na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e São João Batista.
Animação: GRUJAP. Celebrante: Pe. Theodoro.
Logo mais às 19:00 horas da noite Santa Missa na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e São João Batista.
Animação: GRANSDAC. Celebrante: Pe. Theodoro.
Animação: GRUJAP. Celebrante: Pe. Theodoro.
Logo mais às 19:00 horas da noite Santa Missa na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e São João Batista.
Animação: GRANSDAC. Celebrante: Pe. Theodoro.
EVANGELHO DO DIA (Marcos 12, 38-44)

Domingo, 8 de Novembro de 2009
32º Domingo do tempo Comum
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 38Jesus dizia, no seu ensinamento a uma grande multidão: “Tomai cuidado com os doutores da Lei! Eles gostam de andar com roupas vistosas, de ser cumprimentados nas praças públicas; 39gostam das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos melhores lugares nos banquetes. 40Eles devoram as casas das viúvas, fingindo fazer longas orações. Por isso eles receberão a pior condenação”.
41Jesus estava sentado no Templo, diante do cofre das esmolas, e observava como a multidão depositava suas moedas no cofre. Muitos ricos depositavam grandes quantias.
42Então chegou uma pobre viúva que deu duas pequenas moedas, que não valiam quase nada.
43Jesus chamou os discípulos e disse: “Em verdade vos digo, esta pobre viúva deu mais do que todos os outros que ofereceram esmolas. 44Todos deram do que tinham de sobra, enquanto ela, na sua pobreza, ofereceu tudo aquilo que possuía para viver”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
EM BREVE COMUNIDADE CATÓLICA BOA NOVA EM APODI. AGUARDE!
sábado, 7 de novembro de 2009
EVANGELHO DO DIA (Lucas 16, 9-15)

Sábado, 7 de Novembro de 2009
31ª Semana Comum
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 9“Usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois, quando acabar, eles vos receberão nas moradas eternas. 10Quem é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes, e quem é injusto nas pequenas também é injusto nas grandes. 11Por isso, se vós não sois fiéis no uso do dinheiro injusto, quem vos confiará o verdadeiro bem? 12E se não sois fiéis no que é dos outros, quem vos dará aquilo que é vosso? 13Ninguém pode servir a dois senhores: porque ou odiará um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro”. 14Os fariseus, que eram amigos do dinheiro, ouviam tudo isso e riam de Jesus. 15Então Jesus lhes disse: “Vós gostais de parecer justos diante dos homens, mas Deus conhece vossos corações. Com efeito, o que é importante para os homens, é detestável para Deus”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
EM BREVE COMUNIDADE CATÓLICA BOA NOVA EM APODI. AGUARDE!
ORAÇÃO CARISMÁTICA E LOUVORZÃO
Todos os sábados a partir das 19:00 horas têm “Oração Carismática e Louvorzão” na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e São João Batista.
Participação especial da Comunidade Católica Boa Nova de Mossoró.
Não perca!
Participação especial da Comunidade Católica Boa Nova de Mossoró.
Não perca!
MISSA SÁBADO
Hoje sábado 07/11/09, logo mais às 8:00 da manhã Santa Missa na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e São João Batista.
Animação: Infância Missionária. Celebrante: Celebrante: Pe. Theodoro.
Animação: Infância Missionária. Celebrante: Celebrante: Pe. Theodoro.
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